A Empresa

A Camisa Listrada, desde 2000, vem produzindo séries de TV, documentários e longas, como “O Candidato Honesto”, maior bilheteria entre os filmes lançados em 2014, com mais de 2,3 milhões de espectadores nos cinemas; “Um Suburbano Sortudo”, com Rodrigo Sant’Anna, que ultrapassou 1 milhão de espectadores; e “O Menino no Espelho” (2014) com Mateus Solano e Regiane Alves, comercializado para mais de 15 países e exibido em mais de 30 festivais ao redor do mundo.

 

Atualmente é uma das produtoras mais atuantes no mercado cinematográfico brasileiro. Ao longo de 2018 acumulou quase 6 milhões de espectadores nos cinemas com os filmes “Fala Sério, Mãe!”, “Os Farofeiros” e “O Candidato Honesto 2”.

 

Entre os documentários, lançou, em 2014, a série de TV “Expedições Burle Marx”, dirigida por João Vargas Penna. Em 2017 lançou “Por um triz”, longa documentário dirigido por Eduardo Zunza sobre os bastidores do Grupo Corpo e em 2018 lançará na tv a série “Inhotim, Arte Presente”, de Pedro Urano, e nos cinemas “Filme Paisagem, um olhar sobre Roberto Burle Marx”, também dirigido por João Vargas Penna.

 

Entre os novos projetos, destacam-se “O Palestrante”, comédia com Fábio Porchat, e “Mussum, o filmis”, aguardada cinebiografia que será produzida em 2019.

ANDRÉ CARREIRA

Começou a atuar no mercado audiovisual em 1997, integrando a equipe técnica de diversas produções cinematográficas, entre elas “A Partilha”, de Daniel Filho, e “Lavoura Arcaica”, de Luiz Fernando Carvalho. Em 2001, tornou-se sócio da produtora mineira Camisa Listrada, onde produziu longas como “Descaminhos” e “5 Frações de Uma Quase História”, ambos com direção coletiva, “Fronteira”, de Rafael Conde, e “Sumidouro”, de Cris Azzi. Também dirigiu os curtas “Oxicianureto de Mercúrio” e “Contrato com a Sorte”. 

 

Em 2013, já atuando no Rio de Janeiro, coproduziu a série “Acerto de Contas”, dirigida por José Joffily e exibida no canal Multishow, e produziu os longas “Mão na Luva”, de José Joffily e Roberto Bomtempo, “O Candidato Honesto” e  “Um Suburbano Sortudo”, ambos de Roberto Santucci, e “O Menino no Espelho”, de Guilherme Fiúza Zenha, do qual é também corroteirista.